A Equipe da
MHB Cultura & Gestão
Mauricio Benedetti - Fundador e Diretor Executivo
MAURICIO BENEDETTI
Artista • Pesquisador • Gestor de Projetos • Professor-Educador
ARTE QUE SE TRANSFORMA EM PESQUISA.
PESQUISA QUE SE TRANSFORMA EM PROJETO.
Uma trajetória entre o palco, a universidade, a gestão e a formação de pessoas.
UMA TRAJETÓRIA EM QUATRO MOVIMENTOS
Minha experiência reúne quatro dimensões que hoje se fortalecem mutuamente: a prática artística, a pesquisa, a gestão de projetos e a educação.
ARTISTA
Teatro, canto coral, musical, atuação e direção.
PESQUISADOR
Inovação, negócios de impacto, universidade e empresa.
GESTOR
Coordenação, curadoria e organização de eventos e projetos.
EDUCADOR
Docência universitária, treinamento e desenvolvimento.
Uma jornada de estudo, pesquisa, experimentação e prática em uma formação híbrida
O início foi em 1988, ao ingressar simultaneamente no curso básico de teatro no Conservatório de Arte Dramática Emílio Fontana e na Graduação em Engenharia Mecânica na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM).
No curso de teatro pude aprender e exercitar a arte da dramaturgia e confirmar a paixão pelas artes cênicas. Todas as aulas realizadas levaram à execução do trabalho final, que foi a apresentação de uma peça curta, escrita pelos próprios idealizadores do curso, chamada “O Crime no Chalé da Montanha”. A nota 10,0 obtida na avaliação indicou que o caminho era possível e que deveria continuar.
Como consequência da satisfação e do desempenho no curso básico, no mesmo Conservatório de Arte Dramática Emílio Fontana, realizei o segundo curso, um aprofundamento em dramaturgia, que foi o “Curso Livre de Teatro e Comunicação”, que resultou na participação da peça “Histórias Extraordinárias”, escrita e dirigida por José Luiz Rodi. Esta peça permaneceu em cartaz durante o segundo semestre do ano de 1989, atingindo um público de aproximadamente 500 pessoas.
Ao terminar a formação de dois anos em artes dramáticas, senti a necessidade de ampliar minha atuação nos palcos, incluindo a música. Foi aí que ingressei no Coral Cênico do Senac Idiomas. O gosto pela música já era antigo e o Coral Cênico do Senac Idiomas possibilitava integrar dramaturgia e música. A primeira experiência foi a participação como membro do coral, no naipe dos baixos. A participação foi na montagem e apresentação de uma versão pocket da ópera Porgy & Bess, de George e Ira Gershwin, com direção cênica de Emerson Rossi e direção musical de Reinaldo Calegari. Foram seis apresentações durante o ano de 1990, atingindo um público estimado de 1.000 pessoas. Alguns trechos da montagem de Porgy & Bess foram apresentados no programa de televisão da TV Cultura, Programa Primeiro Movimento, no ano de 1990.
Apesar de ser uma voz entre tantas, o desempenho cênico foi reconhecido e levou ao convite para ser solista na segunda montagem do grupo, que foi uma versão adaptada do musical Cândido, traduzido do original Candide, de Leonard Bernstein, também sob a direção cênica de Emerson Rossi e direção musical de Reinaldo Calegari. Foram doze apresentações durante os anos de 1991 e 1992, atingindo um público estimado de 2.000 pessoas.
Em paralelo à montagem e apresentações de Cândido, houve uma experiência enriquecedora com um trabalho para o público infantil, com a participação na peça “Histórias Extraordinárias”, escrita por Wilson Domingues e dirigida por F. E. Kokocht. Foram seis apresentações durante o ano de 1991, atingindo um público estimado de 300 pessoas.
Também houve participações em novelas como figurante, que ocorreram na novela “Meu Bem Meu Mal” na TV Globo (1991), como público passeando no Parque do Ibirapuera e na novela “Brasileiras e Brasileiros” no SBT (1991), como público de restaurante e pedestre.
Durante esse período, eu fiz meu curso de Engenharia, convivendo junto com a trajetória artística, o que possibilitou fazer um trabalho muito interessante na empresa em que era estagiário de engenharia. Nesta empresa eu pude dirigir uma peça de teatro que foi apresentada na Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT), com o objetivo de mostrar a todos os colaboradores a importância da prevenção para evitar acidentes. Foi um trabalho desafiador, pois todos os atores eram funcionários da empresa, sem qualquer experiência anterior com palco. O resultado foi excelente, com mais de 500 pessoas fazendo parte do público que assistiu à peça.
A partir da graduação concluída em Engenharia, houve um tempo bastante grande em que não realizei trabalhos na área cultural e artística. Contudo, a partir de 2002, com a conclusão do mestrado em Administração de Empresas, iniciou-se uma nova etapa da minha jornada, que trouxe à tona o prazer em atuar em público, com o redirecionamento da carreira para a área da educação. Ao longo de mais de 25 anos como professor universitário, foram ministradas aulas para mais de 10.000 alunos, cursos de capacitação, participações em congressos e realização de palestras.
Ofereci um curso de criação de negócios para alunos de um curso profissionalizante de moda que ocorre no Centro Educacional São José, em São Paulo. Foram duas turmas de alunos, com um total de 30 participantes, com 10 horas / aula.
A atuação na universidade abriu espaço para o desenvolvimento de novas competências, incluindo pesquisa, gestão de projetos e coordenação de eventos. Dessa forma, pude acumular a experiência de participar de editais e chamamentos para fomento de projetos de pesquisa, que envolveram elaboração do projeto, execução e prestação de contas.
São competências que agora serão de extrema relevância para a nova etapa de minha jornada, que acrescenta a atuação na área cultural, tanto por meio da produtora que criei em julho de 2026, como os projetos em que participarei, além de gestor, como ator.
Para poder atuar como produtor, estou fazendo o curso de Produção Cultural, na modalidade EAD, no Centro Universitário Belas Artes, com previsão de conclusão em 2028.


